26 Janeiro 2009

 

A propósito de um artigo do Enrique Dans, deixo uma sugestão à Comissão Nacional de Eleições.

Elejam-se os nossos deputados com base no número de amigos no Facebook ou de seguidores no Twitter. Poupa-se na logística, ganha-se no contacto entre o deputado e o eleitorado, a comunicação é mais fluida e transparente, enfim. É só vantagens.

 

Passamos a dispôr de um cardápio detalhado dos concorrentes. O perfil, as fotos do deputado e da família, os amigos e amigos dos amigos. Com um bocado de sorte ainda nos deixam saber qual a compatibilidade sexual e astrológica, o resultado do teste de QI e o seu highscore do clube pinguim.


Uma vez eleitos, será possível comparar o rol de promessas com os actos políticos. "Ah o senhor twittou a dizer que ia mandar asfaltar a rua e nada aconteceu"

É aqui que os 140 caracteres seriam verdadeiramente úteis. Nada de longos discursos inúteis. O político teria de ser conciso e directo. Faça a sua proposta em 140 caracteres. Nem mais um!

 

I liiiiike it! Hmmm.

 

publicado por Eduardo às 15:52
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